Talvez você nunca tenha visto mas você já parou pra ver a soma todas as coisas que compramos, usamos e jogamos fora no final de cada dia? Daí uma questão é essa; mas cá o dinheiro não cresce em árvores, Não e ferindo o próprio bolso, faz um dano enorme a natureza. É aí que o consumo consciente vem à tona.
Em termos simples, consumo consciente é quando você escolhe melhor o que comprar, levando em conta não apenas quanto isso vai custar no seu bolso mas também os efeitos dessas escolhas para o mundo. Costumava-se pensar duas vezes antes de gastar. Mas hoje, pensar no futuro inclui não só o saldo da fatura mas o futuro do nosso planeta.
Melhor exemplo: “Entra na loja e vê aquela peça da moda.” toda exposta no mostruário. Pensa logo “vou comprar”. Ter um bocadinho de sensatez! Antes de levantar o cartão é bom perguntar-me: “Preciso verdadeiramente disto?”. Essa conversa honesta com a consciência é a base do consumismo com seriedade.
Se a resposta for “não é”, talvez seja melhor poupar o dinheiro e comprar algo que se sinta feliz de ter na vida.
Quanto a idéia de consumo com juízo, não se limita a ser menos comprador. Devemos sim é comprar melhor. Por outras palavras: existem produtos que não só poupam o meio ambiente mas também estão sido feitos de uma forma justa (ou seja–sem pessoas sendo mal pagas por muito trabalho ) e depois longa vida. Quer dizer: “Menos é bom”.
O ditado “o barato sai caro” está sempre lá para nos lembrar disso e dos prejuízos finais, “trabalhar em prol de não haver acidente”.É tão agradável encontrar aquela pechincha do ano! E não é para menos, nós sentimos Alegria de estar economizando uns trocados. Mas vai com calma, porque Às vezes o barato sai caro.Coisas duvidosas que possam ter uma ótima aparência compradas a um bom preço são exatamente daquelas que no fim das contas saem mais caras, porque ou então nem mesmo duram, ou seja, para mantê-las em uso só resta gastar mais dinheiro.Ainda mais: também estamos plantando a semente de lixo.Deste modo, o que se levou em conta ao comprar barato foi a dor de cabeça que se ganhou,E por isso, um conselho de ouro: sempre que possível, melhore a qualidade e a durabilidade dos seus produtos.Isso se aplica tanto para roupas e eletrônicos quanto para mobiliário: enfim, até mesmo numa simples sacola de supermercado, como já dizia o ditado ” Caro é o barato que não serve!”.
É um olho no peixe e outro no gato
Há um ditado que diz: É um olho no peixe e outro no gato. Além de saber se o que está a comprar é realmente necessário, é importante também entender de onde e para onde está indo o que você consome.
Por exemplo, sabia que a indústria da moda é uma das maiores poluidora do mundo? Então que tal comprar marcas que adotam procedências sustentáveis? Ou no caso de vestuário, reaproveitar e consertar em vez comprar novas peças e assim, preservar a natureza?
Outro exemplo: ao fazer suas compras, que tal considerar a compra de alimentos diretamente de pequenos produtores locais? Quando compramos frutas e legumes diretamente do produtor, não apenas ajudamos a economia local, mas também consumimos alimentos mais frescos. Isso evita o esforço e os impactos ambientais associados ao transporte e à produção em larga escala, beneficiando a comunidade mais próxima. É uma maneira eficaz de ‘matar dois coelhos com uma cajadada só’.
Uma das coisas mais legais sobre a vivência consciente é que não é necessário que seja um esforço solitário. Se cada pessoa fizer um pouco, ao final todos juntos a gente pode conseguir uma grande diferença. Lembre-se do ditado”Grão em grão a galinha enche o papo”? É o mesmo aqui: se cada qual fizer a sua parte, todos em conjunto podem causar um enorme impacto.
Além disso, pode-se levar as pessoas à sua volta se inspirarem para mudar seus hábitos. Pode ser uma conversa com um amigo, ou simplesmente mostrar que leva seus próprios sacos reutilizáveis ao mercado. Uma coisa leva a outra e rapidamente assistir todo o mundo se voltar em linha de consumo consciente.
Em suma, viver conscientemente significa que estamos pensando no amanhã enquanto vivemos hoje. Não é necessário ser purista nem abstêmio. Mas a verdade é que apenas quando se atinge um equilíbrio entre todos os lados é que a coisa funciona. E o que importa mesmo é ter consciência sobre os produtos que compramos, porque razão os adquirimos e de onde eles vêm.
Então, da próxima vez que estiver comprando alguma coisa. Dê uma paradinha, respire fundo e pergunte a si mesmo: este produto é realmente necessário? Se a resposta for SIM, ótimo! Mas se for NAO, talvez seja hora de começar a pensar seriamente sobre o que é realmente importante.
E aí, vamos nessa pelo menos?



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